quarta-feira, 30 de julho de 2014

ILPIs e resgate da dignidade do Idoso

A 3ª idade e as instituições de longa permanência para idosos (ILPI) e Centros Dia: Uma forma de resgate à dignidade da pessoa humana.

        O envelhecimento populacional está ocorrendo em um contexto de grandes mudanças sociais, culturais, econômicas, institucionais, no sistema de valores e na configuração dos arranjos familiares. Ao longo dos últimos 50 anos, a população brasileira quase triplicou: passou de 70 milhões, em 1960, para 190,7 milhões, em 2010. O crescimento do número de idosos, no entanto, foi ainda maior.
                Em 1960, 3,3 milhões de brasileiros tinham 60 anos ou mais e representavam 4,7% da população. Em 2000, 14,5 milhões, ou 8,5% dos brasileiros, estavam nessa faixa etária. Na última década, o salto foi grande, e em 2010 a representação passou para 10,8% da população (20,5 milhões)¹. Segundo a OMS, em 2025 o Brasil será o sexto país do mundo com maior número de idosos.  Embora a legislação brasileira estabeleça que o cuidado dos membros dependentes deva ser responsabilidade das famílias, este se torna cada vez mais escasso, em função da redução da fecundidade, das mudanças na nupcialidade e da crescente participação da mulher - tradicional cuidadora - no mercado de trabalho.
                Este rápido processo está provocando o aumento de idosos com graus de dependência física, mental e/ou social significativos. Sendo assim o envelhecimento populacional é uma conquista da humanidade, mas apresenta desafios a serem enfrentados pela sociedade e os formuladores de políticas.
                De acordo com o Parágrafo III do Art. 1º da nossa constituição federal é fundamento da nossa República garantir a dignidade da pessoa humana e o Art. 230. que diz: "A família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida", torna-se, assim, cada vez mais relevante o papel das instituições de longa permanência para idosos (ILPIs) e dos Centros DIA do Idoso como alternativas de assistência aos idosos dependentes. 
                Centro Dia é um espaço de gestão intersetorial, onde o idoso em situação de vulnerabilidade e risco social, com semidependência para as atividades da vida diária recebe cuidados básicos de higiene e alimentação, participa de atividades físicas, de convivência, socialização, culturais e de lazer, com orientação de equipe multidisciplinar e cujas famílias não têm com quem deixá-los no período diurno.
                Já uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) é um lar especializado, com a dupla função de oferecer assistência geronto-geriátrica, conforme o grau de dependência dos seus residentes, e, ao mesmo tempo, aconchego de um ambiente doméstico, no qual são preservadas a intimidade e identidade dos seus residentes e saindo da já restrita área da assistência social e integrando-se a área de assistência à saúde.
                Faz-se cada vez mais necessário que o poder público local disponibilize e amplie tais espaços públicos que funcionem de forma integral como o ILPI ou na modalidade Centro Dia, acolhendo o idoso com vínculo familiar durante todo o dia, ou parte dele, em uma unidade na qual são prestados serviços de cuidado e de saúde; e oferecidas atividades de lazer e cursos diversos.
                Desta forma, proporcionar a permanência na família e na comunidade e possibilitar o envelhecimento ativo e saudável, a prevenção ao isolamento social e a integração com a comunidade, é o mínimo que o poder público pode fazer para resgatar a dignidade da pessoa humana àqueles que já contribuíram uma vida toda para nossa sociedade e que hoje não tem condições para fazerem sozinhos.


Fonte: Rodrigo Akio Onishi - Graduando em Gestão de Políticas Públicas pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo.

domingo, 15 de junho de 2014

15 de junho: dia mundial de combate a violência contra os Idosos

15 DE JUNHO: DIA MUNDIAL DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA


O que o seu município está fazendo para combater a violência contra a pessoa idosa? 
Hoje, dia 15 de junho, foi decretado pela Organização Mundial da Saúde como o dia mundial de combate à violência contra a pessoa idosa. Nesse dia todos nós somos convocados a romper com o pacto de silêncio para a preservação dos direitos de quem já contribuiu por toda uma vida.
Veja abaixo algumas das formas de violência mais praticadas contra os idosos:
Abuso físico, maus tratos físicos ou violência física: são expressões que se referem ao uso da força física para compelir os idosos a fazerem o que não desejam, para feri-los, provocar-lhes dor, incapacidade ou morte.

Abuso psicológico, violência psicológica ou maus tratos psicológicos: correspondem a agressões verbais ou gestuais com o objetivo de aterrorizar os idosos, humilhá-los, restringir sua liberdade ou isolá-los do convívio social.

Abuso sexual, violência sexual: são termos que se referem ao ato ou jogo sexual de caráter homo ou hetero-relacional, utilizando pessoas idosas. Esses abusos visam a obter excitação, relação sexual ou práticas eróticas por meio de aliciamento, violência física ou ameaças.

Abandono: é uma forma de violência que se manifesta pela ausência ou deserção dos responsáveis governamentais, institucionais ou familiares de prestarem socorro a uma pessoa idosa que necessite de proteção.

Negligência: refere-se à recusa ou à omissão de cuidados devidos e necessários aos idosos, por parte dos responsáveis familiares ou institucionais. A negligência é uma das formas de violência contra os idosos mais presentes no país. Ela se manifesta, freqüentemente, associada a outros abusos que geram lesões e traumas físicos, emocionais e sociais, em particular, para as que se encontram em situação de múltipla dependência ou incapacidade.

Abuso financeiro e econômico: consiste na exploração imprópria ou ilegal dos idosos ou ao uso não consentido por eles de seus recursos financeiros e patrimoniais. Esse tipo de violência ocorre, sobretudo, no âmbito familiar.

Auto-negligência: diz respeito à conduta da pessoa idosa que ameaça sua própria saúde ou segurança, pela recusa de prover cuidados necessários a si mesmo.
Fonte: www.portaldoenvelhecimento.org.br  

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Problemas com o cuidador?

dador de Idosos domiciliar. Problema ou solução?

                                              


1. Atrasos constantes
2. Faltas sem justificativa
3. Sempre alguém da família terá de assumir os cuidados do seu idoso na falta do cuidador.Geralmente é do sexo feminino e ela tem de parar seus afazeres diários.
4. Perda de privacidade, com entra e sai de cuidadores.
5. Aumento dos custos no domicílio, pois não é só o idoso que faz as refeições.
6. O cuidador também é um empregado domestico e, portanto, entra na nova lei. Aumento dos custos atuais com os impostos e maior risco trabalhista.
20 ANOS DE EXPERIÊNCIA NO TRATO DIÁRIOS  AOS IDOSOS
(31) 3497-9153

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Quando a nossa ajuda passa a ser necessária?


  • Quando não houver acompanhamento disponível para o idoso em sua residência. 

  • Quando houver a necessidade de acompanhamento especializado e contínuo. 

  • Quando os familiares trabalham durante todo o dia e necessitam deixar o idoso em casa aos cuidados de pessoas, muitas das vezes sem qualificação técnica. 

  • Quando houver problemas de relacionamento familiar que comprometam a convivência e a qualidade de vida do idoso e dos familiares. 

  • Quando houver dificuldades administrar o "entra e sai" de cuidadores.

  • Em caso de indisponibilidade temporária, como em viagens por exemplo.

  • Dificuldade em lidar com doenças específicas desta faixa etária, como: Demência de Alzheimer, úlceras de decúbito ( escaras ), em uso de sonda, seqüelas de AVC ou em qualquer situação em que o idoso necessite de cuidados e atenção permanente, com equipe capacitada.

  • Quando o idoso precisar se recuperar de alguma intervenção médico-cirurgica e em casos de recuperação física.
     
          Estamos a sua disposição em (31) 3497-9153

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Quando a nossa ajuda passa a ser necessária?


  • Quando não houver acompanhamento disponível para o idoso em sua residência. 

  • Quando houver a necessidade de acompanhamento especializado continuado. 

  • Quando os familiares trabalham durante todo o dia e necessitam deixar o idoso, em casa, aos cuidados de pessoas sem capacitação técnica. 

  • Quando houver problemas de relacionamento familiar que comprometam a convivência e a qualidade de vida do idoso e dos familiares. 

  • Quando houver dificuldades administrar o "entra e sai" de cuidadores.

  • Em caso de indisponibilidade temporária, como em viagens por exemplo. Os serviços de hotelaria para o idoso custam bem menos que os serviços domésticos, a médio e longo prazos.

  • Dificuldade em lidar com doenças específicas desta faixa etária, como: Demência de Alzheimer, úlceras de decúbito ( escaras ), em uso de sonda, seqüelas de AVC ou em qualquer situação em que o idoso necessite de cuidados e atenção permanente, com equipe capacitada.

  • Quando o idoso precisar se recuperar de alguma intervenção médico-cirurgica e em casos de recuperação fisioterapêutica.
       À diposição em (31) 3497-9153


domingo, 21 de julho de 2013

Cuidador de Idosos domiciliar. Problema ou solução?

                                              


1. Atrasos constantes
2. Faltas sem justificativa
3. Sempre alguém da família terá de assumir os cuidados do seu idoso.Geralmente é do sexo feminino e ela tem de parar seus afazeres diários.
4. Perda de privacidade, com entra e sai de cuidadores.
5. Aumento dos custos no domicílio, pois não é só o idoso que faz as refeições.
6. O cuidador também é um empregado domestico e, portanto, entra na nova lei. Aumento dos custos atuais com os impostos e maior risco trabalhista.

O cuidador domiciliar é um problema ou solução? Pense nisso!
Estamos à disposição:(31) 3497-9153

quinta-feira, 6 de junho de 2013

A Importâncias dos Hoteis para Idosos na atualidade

Pesquisa inédita mostra que instituições podem melhorar a qualidade de vida dos idosos



COMO SE ESTIVESSEM EM CASA

Pesquisa inédita sobre os asilos brasileiros mostra que, ao contrário do que diz o senso comum, essas instituições podem melhorar a qualidade de vida dos idosos, independentemente da classe social

Solange Azevedo - Fotos Frederic Jean/ag. istoé 
Qual é a saída mais adequada quando a família não dá conta de cuidar sozinha de seu idoso? E quando o idoso não tem família ou não construiu relações sólidas no decorrer da vida? O envelhecimento é uma das maiores conquistas da humanidade e como tal deve ser tratado. O crescimento da proporção de idosos é resultado da combinação de dois fatores: queda da fecundidade e ampliação da longevidade. Somente nos últimos 30 anos, a expectativa de vida aumentou, em média, 10 anos no Brasil. E a quantidade de filhos por mulher caiu pela metade – hoje é de 1,8 filho. Em 1950, o País era o 16º do mundo em número de velhos. As projeções indicam que, até 2025, será o sexto. Por volta de 2035, haverá mais idosos do que crianças e adolescentes.